Dois momentos

Ainda preciso de muita reflexão interna. Para o tempo que se foi e para o tempo que se abre na minha frente, como uma estrada e suas inúmeras bifurcações.

Para isto, uso dois vídeos: um, do trailer de O contador de histórias, que vi ontem. Já tinha visto as entrevistas de Roberto Carlos Ramos no You Tube, quando ele foi ao Jô Soares. E ontem pude conferir o filme. Inspirador. Sobre a única coisa que é real nesta vida, a única. O AMOR.

Eu, que sempre fui a defensora da amizade, descobri que me enganei. E nada como descobrir isso ainda jovem. O amor ainda é tudo o que nos guia. A amizade é uma das formas sublimes do amor, mas existem outras formas de amor. O verdadeiro e genuíno amor de um ser humano por outro ser humano, independente de sua cor, religião ou origem.

Agora sentir amor pelo seu semelhante que anda ao seu lado da rua, mesmo sabendo que ele pode querer te roubar, ou que ele quer tirar vantagens de você. Ou de todos aqueles que falam mal de você. Você pode fazer isso? Você é capaz de sentir amor por aquele que te odeia?

Isso parece baboseira de religião e quem me conhece sabe que não sou pega nessa curva da estrada.

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Eu já tinha postado sobre este vídeo do
Black Eyed Peas "Where is the love". Poucas músicas sintetizaram tão bem uma ideia.

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