How good humans being can be...

Ontem à noite eu tive uma surpresa agradabilíssima ao sair para jantar no meu restaurante japonês favorito (aquele que fica na Liberdade). Minha amiga de trabalho Lilian Aquino me proporcionou uma conversa agradável, regada a muito sashimi de salmão, camarões fritos, ostras frescas (que não comemos), salmão defumado (manjar dos deuses!!!) e temaki de camarão.

A frase mais incrível da temporada foi ouvir ela dizer que não consegue viver sem as metáforas. Foi a mais poética forma de dizer que não é direta e rude como eu! (hahaha)

Moça das poesias, amiga de trabalho e agora... esta surpresa. Quando acho que os seres humanos não valem mais a pena, me surpreendo. Não que ela tenha salvado a pátria dos bilhões restantes, mas é na sutileza do imperceptível que temos a prova transcendental de que somos meros mortais, iguais na podridão -- mas interiormente divinos.

Se você ler este post, obrigada mais uma vez.

4 comentários:

Lilian disse...

Cris,

eu que só tenho que agradecer: primeiro por esse início de amizade, depois pela confiança, pela companhia, por me apresentar o restaurante japonês melhor do mundo, a padaria mais animal e fofa, por me iniciar no mundo das bugigangas (incríveis) japonesas, por me dar dicas de como me comunicar com chineses das mercearias e por encontrar o óleo do capetinha comigo! hehe

Adorei!

Beijos muitos

Crisão disse...

BUÁÁÁ...
:'-(

aline naomi disse...

Cris,

se aprender a sutileza das metáforas com a Lilian, depois me ensina. Acho que sou muito direta/sem noção e isso machuca as pessoas sem eu perceber...

Crisão disse...

HAHAH

Lilian: escorpiana com ascendente em peixes e muito fogo no mapa... encara?