Mais do que procrastinar, sabotar-se.

Ultimamente o que tenho mais reparado é a necessidade visceral das pessoas se sentirem culpadas. Para e repara. Não veja apenas, observe.

Tem pessoas que gostam de ficar enrolando... a coisa vem, vai. E o que fica? A pergunta: "Que arrependimento, por que não fiz?".

Na boa... não tenho paciência para isso.
Tem pessoas que sentem prazer na lamentação. Taurinos, sorry to say, mas para mim vocês são os campeões. Se nós, cancerianos, gostamos demais de ser ranzinzas, vc gostam de lamentar o ido, o atual e até o que nunca foi feito. Eu chamaria isso de... prazer masoquista.

Para algumas outras, digo e penso: não coloque impecilhos para fazer alguma. A coisa mais fácil de se fazer na vida é colocar impecilhos. De uma preguiça básica a um característica de personalidade, os obstáculos vão sendo enfileirados para que as atitudes nunca aconteçam.

Não deixe de fazer as coisas que você sabe que precisa fazer. As oportunidades vão sendo perdidas. Uma vida inteira de lamentações e "se eu" acumulam-se. Não se sabote. E não veja este texto como um de autoajuda. Porque todos nós somos um pouco assim às vezes.

3 comentários:

Alice disse...

Eu sempre tento me lembrar do quanto a vida é curta antes de ficar sem coragem de arriscar qualquer coisa. Já me arrependi dolorosamente de coisas não feitas no passado e sei como a sensação é ruim.

As Beliscas disse...

Medos bobos... outros nem tanto... sempre medo.

Sharlene disse...

no pain, no gain!
a culpa as vezes é por fazer demais, não de menos... hehehe